Controle de acesso: a peça-chave para a segurança da sua empresa

A atenção e o cuidado com a segurança das empresas são cada vez mais necessários e estão amparados por uma tecnologia que vem evoluindo rapidamente. Nesse universo, o controle de acesso se destaca como ponto-chave de um bom sistema de proteção patrimonial.

Existem diversas maneiras de realizar a gestão do fluxo de pessoas e veículos em uma empresa. Essa é uma importante medida para a organização e segurança do ambiente de trabalho. Continue a leitura e saiba tudo o que você precisa sobre controle de acesso, a peça-chave para a segurança da sua empresa.

O que é controle de acesso?

Quando se trata da segurança de uma empresa ou de um condomínio residencial, o controle de acesso é uma atividade essencial. Na verdade, é a primeira iniciativa com vistas à proteção patrimonial e das pessoas que ali frequentam ou residem. Mas, afinal, o que é exatamente o controle de acesso?

Todo sistema de segurança visa, antes de tudo, garantir que só estejam no ambiente as pessoas autorizadas. Nesse sentido, moradores, visitantes, colaboradores locais, clientes, fornecedores e entregadores são os principais frequentadores possíveis.

Desse modo, é preciso desenvolver uma estratégia para certificar-se de que apenas as pessoas certas poderão adentrar e circular pelo local. Esse é o papel do controle de acesso que, por sua vez, pode ser definido como o gerenciamento desse fluxo de entrada e saída de pessoas e veículos.

A grande importância do controle de acesso é que ao ser adotado, a forma de entrar no espaço protegido fica padronizada e não mais conforme a vontade de cada pessoa externa ou interna. Cria-se uma regra comum, ao mesmo tempo em que se inviabiliza o acesso e a circulação desautorizada.

A estratégia e o respectivo sistema de segurança a ser implantado dependem de diversas variáveis. Assim, é preciso levar em conta, entre outras:

  • as condições estruturais locais;
  • as características da região onde está inserido o condomínio ou a empresa;
  • o volume de pessoas e veículos que transitarão;
  • a política de segurança adotada no local (quando existente e quando não deve ser proposta).

Portanto, o controle de acesso efetivo não se alcança simplesmente instalando um portão e contratando um porteiro. Existem muitas possibilidades de burlar uma condição assim tão simples. Contudo, um bom planejamento de controle de acesso pode trazer maiores garantias de segurança. Entenda melhor, a seguir!

Como ele funciona?

Essencialmente, o controle de acesso funciona a partir de uma sequência simples de operações:

  • o interessado em acessar o local se aproxima e informa o destino ou a pessoa com quem deseja falar;
  • a estrutura do sistema adotado impede fisicamente o acesso;
  • o sistema (com porteiro presencial ou não) identifica o interessado;
  • o sistema confere se o interessado está autorizado (ou o destinatário é contatado e, então, se autoriza ou não o acesso);
  • o sistema libera ou não o acesso do interessado.

As variações se dão em razão de condições locais e do sistema de acesso adotado. Nesse sentido, a tecnologia tem sido a grande aliada da segurança, propiciando inúmeros meios e instrumentos para se definir o sistema de controle de acesso mais adequado a cada situação.

Desse modo, existem soluções para um simples prédio de condomínio de escritórios, assim como para um grande conglomerado de torres comerciais. Todas são assistidas por um sistema de segurança que utiliza o controle de acesso mais adequado a cada uma.

Assim, por exemplo, o acesso ao estacionamento até as salas comerciais constitui uma estratégia. Por sua vez, o acesso direto para as salas comerciais por pessoas, que deixaram o veículo do lado de fora, envolve outra abordagem.

Todas as possibilidades voltadas para controlar o acesso de pessoas e veículos a um perímetro de segurança basicamente variam em função da tecnologia adotada. De todo modo, seja o sistema mais complexo ou mais simples, a tecnologia, sobretudo a digital, faz toda diferença.

Qual a diferença entre controle de acesso físico e digital?

A escolha do tipo de mecanismo de controle de acesso encontra disponibilidade em uma infinidade de soluções desenhadas para esse fim. Todas essas possibilidades podem ser reunidas em dois grupos: controle físico e controle digital, ainda que com situações mistas.

Para fins de avaliação das diferenças entre um e outro, parte-se do pressuposto que a barreira perimetral pode ser a mesma. Assim, tanto para o sistema físico de acesso, como para o digital, a área está devidamente murada ou cercada (alambrado, cerca).

Da mesma forma, a utilização de mecanismos de segurança contra invasão também pode ser comum. A área pode dispor de cerca elétrica, concertina e outros instrumentos de persuasão. O que fará a diferença, de fato, é a forma de controlar a entrada e a saída.

Controle de acesso físico

Desde a antiga e rústica porteira com cadeado, o controle de acesso físico evoluiu junto com a própria arquitetura dos prédios e com a tecnologia disponível. Com isso, portas e portões podem ser liberados por uma chave mecânica, ou cartão magnético, empregada pelo próprio usuário.

O controle físico também inclui a presença de um porteiro, que realizará a abertura e o fechamento do acesso. Do mesmo modo, podem ser utilizadas cancelas (mecânicas ou eletrônicas) e catracas, também operadas por um cartão magnético do usuário ou liberadas pelo porteiro.

Em resumo, o controle físico faz uso de uma chave (mecânica ou eletrônica) ou da iniciativa de um porteiro presencial que auxilia no processo de abertura e fechamento do acesso. Pode ser utilizado para os acessos externos ou para deslocamentos internos para outras áreas controladas.

Áreas de condomínios residenciais ou empresariais contam, ainda, com o trabalho de consulta do porteiro ao local destinatário. Nesses casos, a liberação só ocorre quando o acesso é autorizado.

Controle de acesso digital

O controle digital para acesso de pessoas e veículos é bem mais diversificado, em razão das alternativas disponibilizadas pela tecnologia. Há uma grande tendência de reduzir a utilização presencial de um funcionário controlador das entradas e saídas.

Os meios digitais, como componentes da segurança eletrônica para o controle, podem ser resumidos nos seguintes princípios mais empregados com tecnologia digital:

  • reconhecimento facial;
  • leitura da íris do olho;
  • reconhecimento de voz;
  • biometria digital;
  • uso de senha e ID de acesso;
  • cartão de proximidade.

De modo geral, os usuários são cadastrados para que, no momento do acesso, se identifiquem para o sistema e sejam reconhecidos, tendo o acesso liberado. Para pessoas e veículos não cadastrados, sistemas como portarias remotas procedem à consulta ao local de destino.

Quais os tipos de controle de acesso existentes?

Dentro do que dispõe a tecnologia em segurança patrimonial, como se viu, são bem diversos os meios disponíveis para o controle de acesso. A seguir, cada um dos 5 principais tipos será avaliado mais detidamente.

1. Biometria

A biometria se baseia na aferição de determinadas medidas do corpo humano que são únicas para cada indivíduo. Nesse sentido, são mais comumente utilizados os seguintes aspectos para o controle de acesso, entre outros:

  • impressões digitais (dedos);
  • impressões da palma da mão;
  • desenhos da íris (olho);
  • reconhecimento facial.

A grande vantagem da identificação biométrica é que se trata de informação exclusiva de cada pessoa, confirmando que aquela é de fato a pessoa cadastrada no sistema. De modo geral, os processos de identificação por biometria se dão em 3 fases sucessivas:

  • captura da imagem;
  • leitura dos dados;
  • identificação da pessoa.

Impressões digitais

As impressões digitais são formadas por linhas de elevações da pele dos dedos. Seu desenho é único para cada pessoa, constituindo, desse modo, um meio extremamente seguro de confirmação do indivíduo.

Técnicas próprias de avaliação dessas linhas e suas características particulares constituem o ramo da Papiloscopia. Seus princípios são utilizados por softwares especializados capazes de fazer a leitura e a identificação individualizada.

Geometria da mão

A identificação de uma pessoa por meio da geometria da mão envolve a identificação de três aspectos da palma da mão:

  • o tamanho;
  • a estrutura;
  • a posição.

Um sensor óptico capta essas variáveis da estrutura das mãos e compara com um banco de dados. Assim, a pessoa já cadastrada é identificada e, no caso de controle de acesso, pode ser liberada.

Desenhos da íris

A íris é um músculo do olho que regula a abertura e o fechamento da pupila. Constitui a parte colorida dos olhos, única e estruturalmente distinta quando comparada com qualquer outro indivíduo.

Na verdade, a íris contém detalhes tão exclusivos de cada pessoa que a torna um dos mais seguros parâmetros biométricos para identificação. O processo de leitura se dá em 5 fases sucessivas:

  1. captura da imagem;
  2. segmentação e localização;
  3. normalização;
  4. representação;
  5. reconhecimento.

Reconhecimento facial

Para o reconhecimento facial, são utilizadas determinadas características da face humana. Essas características, conhecidas como pontos nodais, são em número de 80 para fins de análise. Entre alguns dos aspectos nodais utilizados podem ser destacados:

  • distância entre os olhos;
  • formato dos olhos e do nariz;
  • comprimento do nariz;
  • tamanho do queixo;
  • linha da mandíbula.

2. Identificação por senha

Algumas formas menos sofisticadas de controle de acesso ainda são muito utilizadas. Uma dessas é a identificação por meio de senha digitada na entrada.

O controle de acesso por meio da digitação de senha é mais comumente empregado nos ambientes internos das empresas. Do mesmo modo, também costuma ser utilizado em condomínios.

De maneira geral, a identificação por senha pode ser empregada também para a entrada e saída de veículos em garagens. Essa forma de autenticação utiliza tecnologia bem mais simples que os métodos por biometria.

Por sua vez, o risco de perda ou esquecimento da senha individual pode trazer limitações e, por vezes, até constrangimento quando se trata de acesso externo. Por essa razão, seu uso mais comum é em ambientes internos, como visto.

3. RFID

A tecnologia que utiliza radiofrequência ou RFID (radio frequency identification ou identificação por radiofrequência) é bem simples. Composta de um pequeno circuito, pode ser facilmente embutida em cartões ou em chaveiros.

Controles desse tipo também podem ser instalados em etiquetas, como ocorre com os controles de acesso a pedágios e a shoppings centers. A forma mais comum e usual de uso da tecnologia RFID é constituída pelos portões de garagens residenciais.

Quando se faz uso, por exemplo, de um cartão com RFID, diversos dados do acesso podem ser registrados. Assim, quem acessou, quando passou e quanto tempo permaneceu podem ser identificados. Isso permite a emissão periódica de relatórios de controle.

4. Cartão de proximidade

Cartões de proximidade possuem um chip pré-programado em seu interior. Cada chip possui um número de identificação, de modo que cada cartão se torna único em sua identidade.

Para operar a identificação, aproxima-se o cartão de um leitor que envia as informações do chip para um software. Este, por sua vez, reconhece a identidade e libera o acesso, ou não reconhece e impede o usuário de continuar em seu intento de adentrar o ambiente controlado.

Controle de acesso em hall de edifícios, por exemplo, podem fazer uso dessa tecnologia associada às catracas. Com a aproximação do cartão, o sistema reconhece o usuário autorizado e libera a passagem.

5. Portaria remota

A portaria remota é um sistema de controle de acesso que dispensa a presença física de um porteiro, sendo totalmente gerenciado à distância. Para isso, faz uso de câmeras e interfones conectados a uma central que opera 24 horas por dia.

Com isso, ficam muito reduzidas as possibilidades de falhas humanas no controle de acesso. Na portaria remota podem ser utilizados sistemas de biometria ou de cartões para o acesso rotineiro dos moradores de um condomínio, por exemplo.

A abertura e o fechamento de portões se faz por meio remoto, a partir da central de comando. Por sua vez, a recepção de correspondência passa a ser realizada pelo zelador. Para a entrega de encomendas, a central remota chama o destinatário que vem recebê-la pessoalmente.

Quais são os benefícios do controle de acesso?

A tecnologia entra em campo no âmbito da segurança, com vistas a melhorar a eficiência e a alcançar novos resultados. O controle de acesso traz diversos benefícios, confira!

Segurança do ambiente

Um sistema de controle de acesso é instalado para que se garanta a segurança do ambiente que protege. Assim, restringindo e controlando quem entra e quem sai impede que pessoas não autorizadas e possivelmente mal-intencionadas alcancem o patrimônio os frequentadores locais.

Nesse sentido, dependendo dos sistemas utilizados, os registros de acesso na forma de dados pessoais e de imagens facilitam a investigação na ocorrência de qualquer ilícito. Isso resulta, ainda, em maior sensação de segurança, especialmente, para moradores, nos casos de condomínios residenciais.

Controle do fluxo

O controle de acesso permite conhecer o fluxo de pessoas (e de veículos, quando pertinente). Informações dessa natureza são de grande importância para a administração local, em especial na adequação dos recursos de infraestrutura e de suporte.

Assim, o conhecimento de quantas pessoas transitam pelo local e os horários de maior concentração permite planejar melhor o cuidado estratégico com a segurança. Dessa forma, determinadas ocasiões podem requerer mais atenção do gestor ou síndico.

Redução do risco de vazamento de informações

Em muitas situações, especialmente nas empresas, a restrição de acesso a determinado local visa, na verdade, a proteção de informações estratégicas ou confidenciais. Assim, permitir o acesso apenas às pessoas autorizadas garante o cuidado necessário, evitando, assim, o vazamento de informações.

Para esse fim, são muito utilizados os sistemas de senha ou de cartões de proximidade. Em setores ainda mais críticos, que lidam com informações confidenciais, o controle de acesso faz uso de biometria com vistas a personificar com mais precisão o usuário.

Integração com outros sistemas de gestão

O controle de acesso pode ser integrado aos demais componentes do sistema de gestão ampliando suas vantagens. Assim, é possível promover a interação com a iluminação interna e externa e com o controle de temperatura e de circulação de ar nos ambientes fechados.

Por sua vez, integrando o controle de acesso aos sistemas anti-incêndio, pode-se permitir, por exemplo a liberação de catracas na ocorrência de um sinistro e de saída urgente. Para cada condição ou ambiente, o controle do acesso de pessoas não se limita a ser uma restrição de passagem.

Como integrar o controle de acesso ao sistema de segurança?

Quando se fala em integração, a ideia é fundir diversos instrumentos de segurança e proteção em um sistema que possa promover a interação entre eles. Com isso, é possível otimizar o potencial de cada solução existente.

A maior parte do controle de acesso que faz uso de tecnologia digital pode ser facilmente integrada ao sistema de segurança utilizado na empresa ou no condomínio. Nesse sentido, o controle de acesso é mais um componente do sistema (embora seja um dos mais importantes).

Nesse sentido, o próprio mercado tem se adequado a essas demandas crescentes. De maneira geral, estão cada vez mais presentes diversos recursos de proteção que interagem entre si e com sistemas já instalados, otimizando a segurança corporativa, patrimonial e pessoal.

Considere, por exemplo, um sistema de portaria remota e o monitoramento de perímetro à distância interligados a uma central 24 horas. Qualquer movimentação estranha ou tentativa de invasão é imediatamente sinalizada, de modo a garantir o suporte necessário. De modo geral, a tecnologia atual permite a integração de ferramentas do sistema de segurança como:

  • controle de acesso;
  • câmeras de segurança;
  • proteção perimetral;
  • acionamento de alarmes;
  • sinalização visual;
  • acionamento de central operacional à distância;
  • alarme de incêndio;
  • controle de iluminação.

Uma boa empresa de segurança especializada é capaz de analisar as necessidades locais e oferecer as melhores opções. Ao mesmo tempo, é capaz de planejar o sistema de segurança e promover a integração entre os diversos instrumentos disponíveis.

Como escolher uma empresa de controle de acesso?

O trabalho de segurança está cada dia mais especializado, seja pela tecnologia envolvida, seja pelas demandas cada vez maiores mais complexas. Por isso, considere sempre a utilização dos serviços de uma empresa especializada. Certifique-se de buscar a solução segura, levando em conta os seguintes aspectos:

Serviços oferecidos

Uma das primeiras informações a serem obtidas diz respeito aos serviços prestados pela empresa de controle de acesso. Trata-se exclusivamente de uma fornecedora de equipamentos ou uma prestadora de serviços de segurança?

Levante as possibilidades que podem ser atendidas ou as limitações que a empresa apresenta. Afinal, é preciso saber se ela tem condições de fornecer as soluções que a sua empresa ou condomínio precisam.

Tecnologia utilizada

A tecnologia é a grande aliada do controle de acesso. É recomendável que a empresa seja fornecedora de soluções que façam uso da tecnologia mais adequada ao ambiente e acompanhem a tendência da segurança patrimonial.

Ao mesmo tempo, é preciso que ofereça suporte e treinamento junto com o equipamento que será utilizado. O controle de acesso necessita de uma solução absolutamente confiável.

Experiência acumulada

A experiência da empresa na área de segurança é indispensável. Leve em conta a expertise desenvolvida com o tempo, pois essa será de grande valia nas orientações e nas dúvidas que surgirem.

Observe se a empresa tem respostas para as questões que forem levantadas. Um fornecedor de soluções experiente dificilmente terá dificuldade em responder objetivamente e, muitas vezes, trará exemplos de casos.

Credibilidade no mercado

O mercado pode ser um grande juiz. Procure saber qual a credibilidade da empresa, isto é, como ela é vista pelo setor, seus fornecedores e seus clientes.

Uma boa iniciativa é buscar referências com os clientes que são ou já foram atendidos pela empresa. A experiência deles pode ser um referencial importante para decisão.

Certificações conquistadas

Empresas de segurança sérias são certificadas em conformidade com a legislação aplicável. Em razão do segmento em que atuam, precisam apresentar alguns documentos que demonstram sua regularidade:

  • cartão de CNPJ (matriz e filiais existentes);
  • Certidão de Regularidade do FGTS;
  • Certidão Conjunta Negativa de Débitos Relativos às Contribuições Previdenciárias e as de Terceiros;
  • Certidão Negativa de Falência e Concordata;
  • Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas;
  • Certificado de Regularidade em Segurança (exigido em alguns estados);
  • autorização do Ministério da Justiça papa funcionamento da empresa;
  • autorização da Polícia Federal para funcionamento.

Como se viu, o controle de acesso é elemento essencial da segurança de empresas e condomínios, sendo um parceiro cada vez mais inseparável da tecnologia. Entre em contato conosco, conheça o que há de melhor em controle de acesso e disponha de toda a experiência do Grupo Verzani & Sandrini.

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