É possível usar drones na segurança? Leia o post e descubra!

A tecnologia avança a passos largos para facilitar nossas vidas, nos proteger, automatizar processos, entre outras inúmeras finalidades. É provável que você já tenha ouvido falar em drones ou, até mesmo, se deparado com um equipamento desses. Eles parecem pequenos aviões e estão tomando seus lugares no espaço aéreo.

Antes usados em guerras, eles agora servem para monitoramento de propriedades rurais ou industriais e até para entregar encomendas, quase como um pombo correio motorizado. Muitos acreditam que drones serão adotados no futuro para ainda mais funcionalidades. No momento eles são um grande diferencial na segurança patrimonial, por não precisarem de tripulação e por cobrirem grandes zonas terrestres.

Quer entender o que são drones, como eles funcionam, para que servem, o que a legislação normatiza a respeito desses aparelhos e o papel que desempenham na segurança do seu patrimônio? Leia este post!

O que são drones?

Os drones são definidos, de maneira geral, como aeronaves não tripuladas, pilotadas por controle remoto. Inicialmente, eram armas de guerra. Seus antecessores ou os protótipos do que chamaríamos hoje por drones, foram vistos na segunda guerra mundial, no intuito de descarregarem bombas sobre os inimigos.

Na guerra fria, eram empregados para fins de reconhecimento territorial e de bases adversárias. Por ser classificado como aeronave, seu exercício deve seguir a regulamentação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), veremos mais, a seguir, no tópico sobre legislação.

Como os drones funcionam?

Os aparelhos são dotados com multi-hélices, que se parecem com as de helicópteros, porém menores e em maior quantidade. Para ter pleno funcionamento contam com motores internos e baterias removíveis. Seu grande diferencial é a autonomia, uma vez que o controle é feito remotamente, garantindo a segurança de quem os controla.

Quais são as suas funcionalidades?

A primeira finalidade, do que ainda nem era chamado de drone, mas funcionava como um, era bombardear opositores em conflitos armados e o reconhecimento territorial de bases inimigas. Atualmente, suas funções são ilimitadas, apesar de alguns encararem apenas como um brinquedo. Eles servem para fazer entregas, monitorar espaços e plantações, gravar imagens áreas etc.

O que diz a legislação sobre os drones?

O aumento vertiginoso da quantidade de cadastros fez com que esse tipo de aparelho precisasse ser normatizado e o governo desenvolveu um regulamento específico para esta categoria.

Um levantamento apontou que o número de equipamentos cresceu 55% apenas de 2018 a 2019. A ANAC passou a regulamentar a decolagem de drones, junto à Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) e Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), em 2017.

Os drones foram classificados, de acordo com seu peso de decolagem. Aqueles de até 250 gramas são considerados apenas como recreativos. A partir de 250 gramas são avaliados como comerciais e divididos em 3 classes, entre elas:

  • classe 1: acima de 150kg, são submetidos a processos de certificação similar a aeronaves tripuladas e serem registrados no Registro Aeronáutico Brasileiro;
  • classe 2: entre 25kg e 150kg, também devem ser documentados no Registro Aeronáutico Brasileiro e precisam seguir os requisitos técnicos da categoria;
  • classe 3: igual ou abaixo de 25kg, se atuarem acima de 400 pés é obrigatória a autorização da ANAC, até essa altura dispensam a autorização, mas requerem cadastro no sistema SISANT.

Como usar drones na segurança patrimonial?

A segurança patrimonial é um setor que tem se beneficiado das inovações tecnológicas. Imagens em alta definição, monitoramento remoto, tudo salvo na nuvem com armazenamento quase ilimitado. Dentre tantas ferramentas e avanços, a indústria de segurança e o setor de seguridade pública, descobriram a eficiência dos drones.

O grande diferencial desse equipamento é sua abrangência territorial. Além disso, é capaz de captar imagens e transmiti-las para uma central de monitoramento. São usados também para pulverizar plantações e mapear catástrofes, o que ajuda na identificação de áreas de vulnerabilidade.

Quando ocorrências acontecem, em grandes áreas rurais ou industriais, onde a ação por solo seria demorada e dispendiosa, usa-se o drone para que sejam identificados os locais de riscos. Assim, a localização é enviada para a central que solicita uma equipe terrestre para os lugares específicos determinados pelas imagens captadas. Simples, rápido e eficiente.

Quais as vantagens dos drones na segurança patrimonial?

Os benefícios dos drones na segurança patrimonial são cada vez mais evidentes. É por isso que a adoção do equipamento está sendo popularizado neste ramo de atuação. Veja agora porque a segurança patrimonial só tem a ganhar com os drones!

Cobertura

A grande vantagem competitiva que esses equipamentos trazem para a segurança patrimonial é a sua cobertura territorial. O aparelho consegue monitorar grandes áreas. Como é o caso de propriedades rurais e industriais. Sendo assim, é um investimento apropriado para vigiar esse tipo de patrimônio.

Praticidade

Como citamos, os drones captam imagens e sinalizam possíveis zonas de riscos, enviam para central que manda uma equipe terrestre. A praticidade é bem maior nesse caso, do que se a equipe tivesse que mapear toda a propriedade por terra.

Rapidez

A visualização aérea de determinado espaço possibilita um campo de visão maior, assim a triagem dos pontos vulneráveis e a identificação de possíveis ocorrências que ameacem o patrimônio é feita de forma rápida e muito segura, pois não existe a necessidade de tripulação.

Eficiência

Juntar todos os benefícios que elencamos até aqui nos dá a dimensão da eficiência do equipamento. Ele é seguro, otimiza o trabalho das equipes de segurança e garante uma amplitude de localização de perigo muito maior.

Adotar a tecnologia como aliada para combater a criminalidade tem sido o caminho encontrado pelas empresas de segurança para aprimorar seu modo de trabalho e sua produtividade. Os drones na segurança são uma vantagem competitiva e a garantia de monitoramento amplo e eficaz. É claro que para colocar o equipamento no espaço aéreo é preciso seguir as instruções e os regulamentos, para certificar que as pessoas em terra também ficarão livres de acidentes.

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