3 boas práticas para evitar falhas de segurança no seu condomínio

Como todos sabemos, garantir a proteção é uma das maiores preocupações na gestão de um condomínio. Por isso, aproveitamos o momento para falar sobre esse dilema, destacando as principais falhas de segurança que podem ser identificadas na sua gestão.

Para isso, neste post, reunimos as principais curiosidades sobre o tema. Aqui, você entenderá a importância do plano de segurança, saberá as principais falhas que podem ser encontradas na operação, as melhores práticas para evitar esses problemas e como a tecnologia pode ser a solução. Então, não perca tempo e acompanhe!

Qual é o papel do síndico na segurança dos condomínios?

Controle, monitoramento e gestão. Da forma como percebemos, esses são os três aspectos básicos e fundamentais para a garantia da segurança em um condomínio. Sem isso, não é possível implementar medidas transparentes e funcionais para garantir a proteção dos moradores.

E é por isso que devemos enaltecer a figura do síndico. Mais do que qualquer outro condômino, é ele quem fica responsável por acompanhar os funcionários, procedimentos, decisões e tecnologias, sendo, portanto, o gestor imediato do condomínio e seus assuntos.

Apesar de não ser um profissional diretamente relacionado à segurança do perímetro, como é o caso do vigia, vigilante e porteiro, o síndico é a figura de gestão que toma decisões cruciais e levanta discussões fundamentais nas assembleias sobre gastos e investimentos relacionados ao condomínio.

A grosso modo, um condomínio está mais propenso à segurança quando tem em seu controle um síndico que destaque a importância dos gastos relacionados a esse tema, sugerindo a implementação de tecnologias de monitoramento, automação predial e afins.

Não por acaso, condomínios de segurança elevada também conseguem incrementar seu valor de mercado, justamente pela tranquilidade adicional que é oferecida aos moradores. Assim, além de ser um líder comunitário decisivo, o síndico ainda exerce um importante papel de controlador fiscal.

Afinal, trata-se de um profissional que lida diretamente com as receitas do condomínio. Por isso, é fundamental a participação expressiva de todos os votantes a cada eleição, garantindo uma escolha sensata sobre quem deve assumir a nova gestão, prezando por responsabilidade e transparência. 

Quais as principais falhas de segurança nos condomínios?

Existem pelo menos quatro falhas que podem ser extremamente prejudiciais a uma gestão: a redução dos investimentos, a negligência dos colaboradores, a negligência dos moradores e a falta de capacitação profissional. Abaixo, explicaremos esses pontos em detalhes.

Redução dos investimentos

Quando se trata de condomínios, toda implementação tecnológica ou humana exige investimento. Logo, se você precisa modernizar o circuito de CFTV, por exemplo, terá que investir. Para tanto, é necessário contratar mão de obra para compor uma equipe de qualidade e, novamente, será um novo investimento.

Ainda, os moradores desejam atualizar a tecnologia dos interfones para novos modelos com câmera? Investimento! Como podemos notar, qualquer incremento de qualidade, seja em equipe ou em tecnologia, exigirá algum gasto. No entanto, muitos condomínios se acomodam e decidem “parar no tempo”.

Claro, é possível isentar alguns casos, como os condomínios em fase de recuperação de caixa após lidar com alguma situação emergencial. No entanto, para as gestões que estão com “tudo em dia”, é fundamental continuar aplicando no melhoramento da comunidade, sobretudo em segurança.

Além de contribuir para a valorização das unidades imobiliárias, os investimentos em segurança são fundamentais para incrementar a proteção imediata dos imóveis, melhorando tanto a experiência de uso do condomínio como a qualidade de vida dos moradores.

Por isso, é essencial contar com um síndico preparado para apresentar essas sugestões. Afinal, os condomínios em constante melhoria são justamente aqueles que não ficam esquecidos no tempo ou que após algumas gestões começam a acumular problemas e necessidades de reparo.

Negligência dos colaboradores

Em um segundo momento, destacamos a desatenção dos profissionais da equipe condominial. Os funcionários do condomínio, em função do seu trabalho, precisam obedecer a um rígido código de condutas, rotinas e permissões.

Esses protocolos existem justamente para evitar negligências, equívocos e problemas clássicos, como acessos não autorizados, que podem resultar em arrastões, roubos, furtos, sabotagens e situações afins. Por isso, é crucial que o recrutamento dos colaboradores seja um processo focado em responsabilidade

Negligência dos moradores

No entanto, não é apenas a equipe condominial que comete deslizes. Certas vezes, os próprios moradores levam uma parcela da culpa, deixando imóveis destrancados, veículos abertos e esquecendo objetos na área comum.

É claro, em um condomínio supervisionado e com um bom plano de segurança, essas ditas “negligências” podem ser um reflexo natural da extrema sensação de segurança. Mas, ainda assim, é fundamental que a conscientização e a colaboração seja uma prática universal de todos no condomínio.

Falta de capacitação profissional

Por fim e talvez mais importante, a baixa qualidade técnica dos profissionais da equipe condominial — o que leva à negligência, como destacado anteriormente. Nesse sentido, profissionais mal treinados não seguem protocolos de segurança, seja por desconhecimento, seja por desatenção.

Por isso, é fundamental que a gestão condominial enxergue os recursos humanos, ou seja, a composição da sua equipe, como uma área digna de investimentos. Assim, ao contratar, terceirizar ou capacitar a equipe já existente, é preciso focar no aprimoramento de toda a operação e resultados do condomínio.

Quais as 3 melhores práticas para evitar falhas de segurança nos condomínios?

Investir, capacitar e conscientizar. Trata-se dos três pontos fundamentais para um plano de segurança condominial de sucesso, que é capaz de reunir a colaboração de todos os envolvidos na manutenção da comunidade: a gestão, os funcionários e os moradores.

1. Investir

Para proteger seu condomínio, existem cinco áreas de investimento: vigilância, segurança eletrônica, prevenção e combate a incêndios, gerenciamento de riscos e, por fim, a plataforma de gestão condominial. Aplicando nessas áreas, você atende às necessidades de controle, supervisão e gestão.

2. Capacitar

Caso já conte com uma equipe de bons colaboradores, esse pode ser o momento de investir na qualificação. Além de elaborar um bom plano de segurança, é importante atualizar os funcionários sobre as novas rotinas, procedimentos e protocolos, garantindo unidade e padronização em toda a operação.

3. Conscientizar

Por fim, é necessário se engajar com a comunidade de moradores. Quanto mais transparente, responsável, proativa e acessível for a sua gestão, maior a popularidade e aprovação diante dos condôminos, que farão o possível para seguir os protocolos fundamentais à manutenção da estabilidade.

Para encerrar, vale destacar brevemente algumas tecnologias determinantes para a segurança de um condomínio, como circuitos CFTV, alarmes perimetrais, centrais de monitoramento, radares, operações remotas, controle de acesso e por aí adiante.

Agora que você conhece as principais falhas de segurança que podem ocorrer em um condomínio, aproveite o momento para contornar cada uma dessas situações com quem mais entende do assunto. Para isso, basta acessar nosso portal e entrar em contato.

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